Nós os de Orpheu (2016)

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Edição bilingue de homenagem à revista Orpheu, “o primeiro grito moderno que se deu em Portugal”, pela BOCA – audiolivros, audiobooks, livres audio e a Casa Fernando Pessoa.

Nela se fixa o catálogo da exposição homónima da Casa Fernando Pessoa e uma antologia literária de Orpheu e pós-Orpheu. Estes textos surgem também nos dois CDs que acompanham o livro, gravados por um conjunto de 20 intérpretes (actores, poetas, músicos).

Pretende-se, deste modo, ajudar a cumprir um dos desígnios dos poetas de Orpheu: levar a sua arte além-fronteiras. E, claro, fazer jus à profecia de Fernando Pessoa: “Orpheu acabou. Orpheu continua.”
A edição tem o apoio do IELT – Instituto de Estudos de Literatura Tradicional e do Instituto Camões .

CD 1:

1. Opiário [excerto] (Álvaro de Campos) por JP Simões (música, voz e guitarra acústica)
2. Chuva Oblíqua (Fernando Pessoa) por Guilherme Mendonça (voz) e Nuno Morão (bateria)
3. Cântico Semi-Rami e Edd’Ora Addio… – Mia Soave!… (Ângelo de Lima) por Nuno Moura (voz) e João Alegria (guitarra eléctrica)
4. Pára-me de repente o pensamento (Ângelo de Lima) por João Paulo Esteves da Silva (música, voz e piano), Nazaré Silva (voz) e Nuno Moura (voz)
5. Ateliêr (Raul Leal) por Miguel Manso (voz) e Nuno Torres (saxofone alto)
6. Tatuagens, Fonógrafo e Violoncelo (Camilo Pessanha) por António Poppe (voz) e Ricardo Jacinto (violoncelo)
7. Sete Canções do Declínio (Mário de Sá-Carneiro) por André E. Teodósio (voz) e Nuno Morão (sintetizador)
8. Mima-Fataxa (Almada Negreiros) por Ana Deus (voz), Gustavo Costa e Henrique Fernandes (objectos, guitarras preparadas e laptops acústicos) e Alexandre Soares (processamento e mistura)

CD 2:

1. Friezes (The Echo, The Nap and The Tea Cup), Almada Negreiros by AMANDA BOOTH (voice) [04’54”]
2. Manicure, Mário de Sá -Carneiro by JONATHAN WEIGHTMAN (voice) [15’05”]
3. The Hate Scene, Almada Negreiros [excerpt] by MICHAEL LANGAN (voice) [18’51”]
4. Maritime Ode, Álvaro de Campos [excerpt] by BARTHOLOMEW RYAN (music, voice and acoustic guitar)
[10’15”]

 

SESSÕES NA CARVOARIA #03 concertos de música imprevisível (2015)

Associação Terapêutica do Ruído & Zaratan apresentam:

SESSÕES NA CARVOARIA #03
concertos de música imprevisível

sáb. 7 Mar. 19h – João Alegria (pt) + Borealis (pt) @ Sessões na Carvoaria #03 – Zaratan – LISBOA (Rua de São Bento, 432 / abertura de portas: 16h / entrada: 3 euros)

ZARΛTAN é um artist-run space, um lugar de encontro para o pensamento crítico e experimentação artística interdisciplinar. Embora a sua actividade se inscreva sobretudo na área das artes visuais, a ZARΛTAN desenvolve uma pesquisa mais ampla que se estende e entre-cruza em diferentes níveis do panorama da arte contemporânea.

Em colaboração com a Associação Terapêutica do Ruído, a Zaratan tem vindo a desenvolver uma programação musical regular de concertos experimentais, intervenções sonoras e outros ruídos. Movida pelo desejo de intensificar as relações entre a música e as artes visuais, esta programação tem sido também acompanhada por um projecto específico de edições gráficas em parceria com a 1359, que nesta sessão contará com o artwork da ilustradora Irene Fernández Arcas.

«João Alegria é um músico de Lisboa que recorre maioritariamente à guitarra para desenvolver peças de natureza imersiva num discurso livre e improvisado.
Em 2011 edita o seu primeiro trabalho na plataforma Bandcamp. Em 2012 apresenta-se no Festival Rescaldo e no Bar A Barraca (Cinearte). No mesmo ano inicia a Bande à Part com Joana Guerra e Ricardo Ribeiro e o projecto devir com Bruno Sousa Villar.
Continua a editar regularmente os seus trabalhos na plataforma Bandcamp.
No final de 2014 produz a banda sonora para a peça de teatro “R & J” com a encenação de Joana Linda integrante no festival Temps d´Images Lisboa e participa na terceira sessão de Antes que chova cá dentro – Concertos na Casa Senhora do Monte.
Em 2015 começa a desenvolver trabalhos com o recurso a gravação sonora de campo, fita magnética e vídeo.
Colabora regularmente com os músicos Joana Guerra, Ricardo Ribeiro, Jorge Nunes, Carlos Godinho, Tiago Morais Morgado e os poetas Bruno Sousa Villar e André Tomé.»

«Os Borealis são um duo de Lisboa que veio directamente do espaço: os sintetizadores analógicos de Nuno Maltez numa nuvem electrónica e espacial salpicada por ruídos (des)harmoniosos e experimentais de guitarra pintados por João Filipe culminam num intenso psicadélico recheado de sabores cósmicos, estranhos, novos, curiosos e familiares.»

https://terapiadoruido.wordpress.com/

https://www.facebook.com/zaratan.ac/